Há a falta e em uma inconstância constante a figura geométrica, que abriga todas as nuvens, espelhos, pássaros e a tão contemplada lua, acaba ficando menor, sufocando o mundo livre ao lado de fora. mas era alí dentro que tudo se refletia pássaros condensados de luz refletida voavam livremente livremente enclausurados sentiam a presença dos ponteiros sempre constantes do lado de fora o sempre era um atributo do próprio relógio que não encontrava pulsos para rasgar fôra deixado pelo chão. um observador atento já veria ao redor deste mundo de quatro paredes a figura circular que cercava aquele... era capaz de oferecer um mundo novo para ter a contemplada lua em sua volta... impossibilitada por instante o silêncio já ocupava espaço no quarto cada vez menor silêncio das palavras engolidas esquecidas no seu interior no turbilhão do fundo de águas calmas há falta de espaço só se tem o silêncio ocasionado por palavras e quebrado pelas mesmas.