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Mostrando postagens de julho, 2008

A esperar

Na espera de que os minutos a seguir passassem rápido mantinha suas mãos dentro dos bolsos e continuava a formular teorias, quase certas ou não comprovadas ainda. Escorado na paciência, observava letreiros, rostos, e tudo o que vinha, despretensiosamente, lhe cumprimentar. sempre arranjava uma forma de ocupar a mente afinal não gostava do vazio da espera. e sim da bagunça logo apresentada, com passos desconcertados, desalinhados e abraçados, naquele instante não precisava se preocupar com as teorias, com os bolsos vazios; apenas os gestos. era chegada a hora.