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Mostrando postagens de setembro, 2007

(A) Ponto de

....................... Seu anjo com liberdade nas costas e .................... correntes de pensamentos, dispondo de ........... uma chave de horizonte e sem máquinas atemporais. ... borboletas .................................................. o rodeiam produzindo ............................................ notas musicais .......................................... assoviadas por sua boca, ..................................... despertadas em sua alma .............................. e visualizadas em seu corpo. ........................... observando a divisão ............................. dos tons de azul ............................... enquanto as .............................. interrogações ................................ se moldam ................................. em anéis .................................. e asas, .............................. defrontando-o ................................. com sua ................................ natureza.

Ao Sr. Abstrato

É pra você sr., mas não se preocupe que não espero que responda eu sei que não irás quebrar seu lindo encanto fazendo isso afinal, é do mistério grande parte de sua beleza, não é mesmo? a auto promoção (a)parece, glorificante um pouco da sua essência vem daí. sim, estou me atrevendo a defini-lo como outros andando na escuridão que você proporciona como efeito colateral de sua luz que tanto ilumina, retrai, deixa na penumbra da indefinição. e você aí, escondido em sua abstração, validando paradoxos, expontaneamente jogando os dados da nossa livre vontade oh fina ironia sempre presente... o fim do infinito é só questão de tempo, e você sabe disso faz parte do jogo. tão vago, sem razão sempre nos levando a não procurá-la mas há quem diga que há existiram os tantos poetas no escuro da sua luz que é você, você é o que precisamos, as respostas, não é mesmo?

Voltas e constatações do pensamento sobre antigo projeto de canção

"Um quadro retratando a beleza da praia veja suas cores tão claras marcas na areia que o tempo não apaga preso ao seu destino, imune a momentos repentinos sua indecisões que acompanham seu descanso meus desejos levados até você através do infinito parecem nada comparados a força que nos envolve olho ao redor pra sentir que eu estou preso vejo as correntes que não me fazem ter movimento apenas olho e espero ser levado pelo vento céu nublado que observo estrela escondida está a brilhar novas ondas no mar de um quadro já desenhado vento sopra pra me libertar brilhe pra mim novamente eu vou esperar sim, vou esperar até você vir olho ao redor pra sentir que eu estou preso vejo as correntes que não me fazem ter movimento apenas olho e espero ser levado pelo vento correntes no chão não me garantem sofrimento me trazem incertezas a cada momento espero ter asas pra voar ou apenas seguir o vento" (In)conscientemente traçando caminhos abstratos pra seguirmos.

Steel Rain

And so we start another day together You and I and a million miles between us I train my moods to bloom like flowers unfolding Instead of fluttering around And slowly drowning in the Steel rain, it's taking over The sky is open and the drones are pouring out The day inhales in a contagious yawn And there you smile as though the sun Were bouncing in the Steel rain, it's taking over Here in our little world, the tiny world spins for me All's well in the titled world, but there's something Falling down in the Steel rain, it's taking over . . . Realizado no travesseiro de sonhos irrompe como um raio uma maldita chamada (que me tira de você) e joga em cima de meu corpo recém acordado, todo peso da realidade deste longo dia chuvoso.

Um poço, uma corda e dois

Gritos ecoados que são mudos para outro alguem em uma superfície desconhecida. Eis então o acaso, que resolve agir e unir ambos. Grande afinidade e imenso prazer resultam do imprevisto. Com o trocar de idéias e o passar da idéia sempre presente (tempo) aquele que encontra-se na desconhecida superfície decide atirar-se pela corda - ao qual o outro se segura - que leva para dentro do poço em forma de coração. "Você é eternamente responsável por aquilo que cativas" é o que o pensamento lhe diz. Os dois já se encontram no mesmo novo ambiente, decorado de descobertas e vivências. E a medida que o peso da confiança vai crescendo, quem estava mais ao fundo, naturalmente sobe, equilibrando-se à altura do outro. Idas e vindas acontecem, mas eles se resolvem com a perfeita harmonia, o equilíbrio lhes ofertado no centro, o coração, do poço. E como lágrimas de felicidade, flui a água do ambiente, que começa a subir. Resultado do prazer desta igualdade conjunta, tão diferente aos olhos da...

Pearl Jam - Black

Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay. Were laid spread out before me as her body once did All five horizons revolved around her soul As the earth to the sun Now the air I tasted and breathed Has taken a turn Ooh, and all I taught her was everything Ooh, I know she gave me all that she wore And now my bitter hands shake beneath the clouds Of what was everything? Oh, the pictures have all been washed in black, Tattooed everything... I take a walk outside I'm surrounded by some kids at play I can feel their laughter, So why do I sear? Hard and twisted thoughts that spin round my head I'm spinning, oh, I'm spinning How quick the sun can, drop away And now my bitter hands cradle broken glass Of what was everything? All the pictures have all been washed in black, tattooed everything... All the love gone bad Turned my world to black Tattooed all I see, all that I am, all I'll be...yeah...Uh huh...uh huh...ooh... I know someday you'll have a beautiful life, I kn...

No Grande Espaço de Nada

No grande espaço de nada tudo está preso na relatividade do tempo e o nada..absoluto. na atividade vazia, sem necessidade de força é que se força o fluxo, andamento próprio visto o comum engarrafamento de idéias. escondido na imperatividade da cafeína... a vitalidade da água, que embora insistente, não possui o atributo de acelerar o, tão relativo, tempo. apesar de se poder destacar a atribuição de indiferença que ela dá não quebrada nem mesmo com as cores berrantes derramadas e acomodadas no confortável assento. e nem a presença de todas essas cores no branco da parede das folhas jogadas ao lado, por todos os lados do ambiente, ajuda a preencher esta ausência do tudo. ...mesmo com a gentileza das folhas, que de fato me surpreende. elas deixam o azul ser livre e se esparramar sobre elas. observo seu caminho, semelhante (imagino eu) ao de um formigueiro, formando letras, montando quebra-cabeças, encabeçando a luta para quebrar o nada. retribuo esta nobreza da forma que posso... observan...