Encontro de Almas
o corpo não suporta a alma
que transborda sentimentos através dos olhos
nos olhos, onde vi todo o verde da esperança
e no encontro de mãos, pra quem sabe segurá-la pra mim, por mim, por ti
cada movimento, olhar, gentilezas, risos descontraidos
todos em direção do sentimento maior, já encontrado
mas nunca cansado de se reencontrar
assim como as duas almas, unidas pela aproximação de seus corpos
enlaçados, encontrados nos rostos, nos lábios
nas lágrimas compartilhadas, misturadas
nas palavras ditas, na reação epidérmica
em uma tentativa de desprendimento da alma de sua moradia
e entre pérolas e flanelas, mãos e dedos, cabelos e olhares
ficaram perdidas as palavras em um silêncio nada perturbante
e alí haviam apenas dois
rostos sorridentes, em um momento conceituado como triste
importavam apenas os dois
dando um tempo pras razões, que naturalmente se fariam presente logo adiante
talvez aí a base pra conceituar este momento de triste
incrível ironia!
o sentimento mais intenso no momento de menos aguardo...
estando com o tempo curto, sem a sua própria noção
e sem acreditar na história de só crer no que se pode ver e tocar
apenas acreditando no sentir (mesmo sendo "inacreditável" o adjetivo mais racional de momento)
expressões são ditas em língua universal, demonstrando desejo de retorno
é desejo presente e desejo reviver o presente já passado
se o corpo é mesmo a moradia da alma,
deixamo-as compartilhando apenas um lar
unidas em um único mundo...
que se fez naquele momento.
que transborda sentimentos através dos olhos
nos olhos, onde vi todo o verde da esperança
e no encontro de mãos, pra quem sabe segurá-la pra mim, por mim, por ti
cada movimento, olhar, gentilezas, risos descontraidos
todos em direção do sentimento maior, já encontrado
mas nunca cansado de se reencontrar
assim como as duas almas, unidas pela aproximação de seus corpos
enlaçados, encontrados nos rostos, nos lábios
nas lágrimas compartilhadas, misturadas
nas palavras ditas, na reação epidérmica
em uma tentativa de desprendimento da alma de sua moradia
e entre pérolas e flanelas, mãos e dedos, cabelos e olhares
ficaram perdidas as palavras em um silêncio nada perturbante
e alí haviam apenas dois
rostos sorridentes, em um momento conceituado como triste
importavam apenas os dois
dando um tempo pras razões, que naturalmente se fariam presente logo adiante
talvez aí a base pra conceituar este momento de triste
incrível ironia!
o sentimento mais intenso no momento de menos aguardo...
estando com o tempo curto, sem a sua própria noção
e sem acreditar na história de só crer no que se pode ver e tocar
apenas acreditando no sentir (mesmo sendo "inacreditável" o adjetivo mais racional de momento)
expressões são ditas em língua universal, demonstrando desejo de retorno
é desejo presente e desejo reviver o presente já passado
se o corpo é mesmo a moradia da alma,
deixamo-as compartilhando apenas um lar
unidas em um único mundo...
que se fez naquele momento.
Comentários
"...Dei-te pra ancorar doces deletérios...''
E uma volta.
P.S.: Eu disse que tu escrevia bem!! ;D