Cara ou Coroa
Escolha seu ponto de vista
aprendeu a ouvir isso
mas geralmente expressava seu lado equilibrista
caminhando por sobre muros pichados de diversas realidades,
com diferentes expressões que nem sempre são conhecidas.
mas mesmo com tudo isso,
os muros foram feitos pra oferecer segurança.
e assim acostumou a seguir linhas retas
em meio a maioria torta do mundo.
o que seguidamente causa um certo destaque
e alimenta um pouco o ego.
o Eu que sempre vê ao lavar o rosto todas manhãs
em que se obriga a carregar uma imagem que já lhe pesa bastante,
dificultando o equilibrio.
facilitando a queda
se perdia em noites que tentava encontrar
coisas distantes de suas mãos.
tentava tocar ao fundo, mas os gestos eram artificiais.
sabia que a razão destes era só uma fuga daquilo
que fazia sua razão fugir
mas estava ali para isso, este era o propósito, o seu propósito.
e não sentia culpa em algo que lhe faria sentir melhor
ao menos a curto prazo.
só que não havia determinado um tempo para sua terapia,
então estava tudo bem.
o novo é feito do velho mesmo
este calor que tomava em pequenas doses noturnas,
o calor do ambiente, ao ar livre, do corpo, tudo
a medida que entorpecia, também ajudava a esfriar.
posteriormente continuaria a queimar,
mas não seria na vitalidade que buscaria refresco.
ironias... os muros representam-as muito bem
havia uma divisão na paisagem
dependendo da maneira que as olhava.
volta e meia se distraía olhando para o espelho retrovisor
mas tinha que ser rápido, não se pode perder o foco,
a visão da estrada.
o caminho é longo e a curiosidade diz para seguir.
curioso destino se separando por uma linha reta.
fina linha entre loucura e percepção, sorte ou maldição
o muro que divide a visão, focaliza pontos
escolhe não escolher. vive por viver.
aprendeu a ouvir isso
mas geralmente expressava seu lado equilibrista
caminhando por sobre muros pichados de diversas realidades,
com diferentes expressões que nem sempre são conhecidas.
mas mesmo com tudo isso,
os muros foram feitos pra oferecer segurança.
e assim acostumou a seguir linhas retas
em meio a maioria torta do mundo.
o que seguidamente causa um certo destaque
e alimenta um pouco o ego.
o Eu que sempre vê ao lavar o rosto todas manhãs
em que se obriga a carregar uma imagem que já lhe pesa bastante,
dificultando o equilibrio.
facilitando a queda
se perdia em noites que tentava encontrar
coisas distantes de suas mãos.
tentava tocar ao fundo, mas os gestos eram artificiais.
sabia que a razão destes era só uma fuga daquilo
que fazia sua razão fugir
mas estava ali para isso, este era o propósito, o seu propósito.
e não sentia culpa em algo que lhe faria sentir melhor
ao menos a curto prazo.
só que não havia determinado um tempo para sua terapia,
então estava tudo bem.
o novo é feito do velho mesmo
este calor que tomava em pequenas doses noturnas,
o calor do ambiente, ao ar livre, do corpo, tudo
a medida que entorpecia, também ajudava a esfriar.
posteriormente continuaria a queimar,
mas não seria na vitalidade que buscaria refresco.
ironias... os muros representam-as muito bem
havia uma divisão na paisagem
dependendo da maneira que as olhava.
volta e meia se distraía olhando para o espelho retrovisor
mas tinha que ser rápido, não se pode perder o foco,
a visão da estrada.
o caminho é longo e a curiosidade diz para seguir.
curioso destino se separando por uma linha reta.
fina linha entre loucura e percepção, sorte ou maldição
o muro que divide a visão, focaliza pontos
escolhe não escolher. vive por viver.
Comentários
beijo!
um abraço.