Um poço, uma corda e dois
Gritos ecoados que são mudos
para outro alguem em uma superfície desconhecida.
Eis então o acaso, que resolve agir e unir ambos.
Grande afinidade e imenso prazer resultam do imprevisto.
Com o trocar de idéias e o passar da idéia sempre presente (tempo)
aquele que encontra-se na desconhecida superfície decide atirar-se pela corda - ao qual o outro se segura - que leva para dentro do poço em forma de coração.
"Você é eternamente responsável por aquilo que cativas" é o que o pensamento lhe diz.
Os dois já se encontram no mesmo novo ambiente, decorado de descobertas e vivências.
E a medida que o peso da confiança vai crescendo, quem estava mais ao fundo, naturalmente sobe, equilibrando-se à altura do outro.
Idas e vindas acontecem, mas eles se resolvem com a perfeita harmonia, o equilíbrio lhes ofertado no centro, o coração, do poço.
E como lágrimas de felicidade, flui a água do ambiente, que começa a subir.
Resultado do prazer desta igualdade conjunta, tão diferente aos olhos da razão.
-Estamos aqui em harmonia, mas vejo que a água sobe. Como sairemos daqui?
-Queres sair?
-Como ficaremos aqui?
-Bom, você pode sair, mas a medida que um de nós resolver subir, o outro terá que descer, inevitavelmente. E assim dará continuidade a esse fluxo de descidas e subidas.
-Mas então que escolhas temos?
-Esqueceu-se do formato do poço? Ficamos aqui e esperamos nos afogar.
-... (eis então que as palavras do acaso lhe vêm à cabeça)
-...
-Vamos perder a razão. Deixar-nos tomar da fonte de vitalidade que escorre por todos os lados aqui. Poderemos largar as cordas do tormento. Nadar livres, lavar a nossa (conjunta) alma, viver nossa sintonia, perfeita simetria.
Eis então o acaso,
e ele sorri.
(igualmente como fez ao junta-los)
para outro alguem em uma superfície desconhecida.
Eis então o acaso, que resolve agir e unir ambos.
Grande afinidade e imenso prazer resultam do imprevisto.
Com o trocar de idéias e o passar da idéia sempre presente (tempo)
aquele que encontra-se na desconhecida superfície decide atirar-se pela corda - ao qual o outro se segura - que leva para dentro do poço em forma de coração.
"Você é eternamente responsável por aquilo que cativas" é o que o pensamento lhe diz.
Os dois já se encontram no mesmo novo ambiente, decorado de descobertas e vivências.
E a medida que o peso da confiança vai crescendo, quem estava mais ao fundo, naturalmente sobe, equilibrando-se à altura do outro.
Idas e vindas acontecem, mas eles se resolvem com a perfeita harmonia, o equilíbrio lhes ofertado no centro, o coração, do poço.
E como lágrimas de felicidade, flui a água do ambiente, que começa a subir.
Resultado do prazer desta igualdade conjunta, tão diferente aos olhos da razão.
-Estamos aqui em harmonia, mas vejo que a água sobe. Como sairemos daqui?
-Queres sair?
-Como ficaremos aqui?
-Bom, você pode sair, mas a medida que um de nós resolver subir, o outro terá que descer, inevitavelmente. E assim dará continuidade a esse fluxo de descidas e subidas.
-Mas então que escolhas temos?
-Esqueceu-se do formato do poço? Ficamos aqui e esperamos nos afogar.
-... (eis então que as palavras do acaso lhe vêm à cabeça)
-...
-Vamos perder a razão. Deixar-nos tomar da fonte de vitalidade que escorre por todos os lados aqui. Poderemos largar as cordas do tormento. Nadar livres, lavar a nossa (conjunta) alma, viver nossa sintonia, perfeita simetria.
Eis então o acaso,
e ele sorri.
(igualmente como fez ao junta-los)
Comentários
Foda.
;***